PREVENÇÃO FISIOTERAPEUTICA DA POLINEUROMIOPATIA NO USO DO CICLOERGOMETRO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

  • Érica Elaine Wionzek Centro Universitário Vale do Iguaçu
Palavras-chave: Fisioterapia; Cicloergometro; Prevenção; Polioneuromiopatia.

Resumo

Nos últimos anos, aconteceram vários avanços na área da terapia intensiva, resultando na
sobrevida do paciente criticamente enfermos, associados com complicações decorrentes
durante o tratamento do indivíduo somado com o imobilismo, durante a internação da
unidade de terapia intensiva, pois isso contribui para o declínio funcional, aumento da
assistência, redução da qualidade de vida, e sobrevida pós alta. O repouso prolongado,
promove a inatividade do paciente, como consequência ocorre disfunção severa de vários
sistemas, principalmente musculo esquelético. A repercussão dessa disfunção pode causar
fraqueza muscular bem significativo e aumento de duas até cinco vezes o tempo de
permanência na ventilação mecânica e no desmame ventilatório, comprometendo
particularmente a funcionalidade global da pessoa. A Fisioterapia visa prevenir e reduzir
as sequelas, sendo a ciência com capacidade de promover recuperação e conservar, com
mobilização precoce, posicionamento, exercícios ativos- assistidos e ativos livros,
associados com eletroestimulação, e essencialmente o uso do ciclo ergômetro para o
manejo práticos na implementação de protocolos, apresentando um ótimo recurso de
aceitação e adaptação dos pacientes. O objetivo deste estudo é descrever os benefícios da
atuação Fisioterapêutica com o uso do cicloergometro na prevenção de Polineuromiopatia
na UTI. Com base das publicações de 2013 até 2017. Conclui-se que o fisioterapeuta é
parte integrante da saúde intensiva, e questões multidisciplinar, visando a prevenção e
promoção da saúde, em pacientes críticos, associado com o uso do cicloergometro, de
maneira precoce, auxiliando na melhora musculoesquelética e cardiorrespiratória e
minimizando a internação hospitalar.

Publicado
2019-07-30