POTÊNCIA ANAERÓBICA E ÍNDICE DE FADIGA EM LUTADORES DE SANDA

  • Rafael Gemin Vidal Centro Universitário Vale do Iguaçu
Palavras-chave: Potência anaeróbica. Índice de fadiga. Sanda. Artes Marciais.

Resumo

As artes marciais datam de séculos, sendo que nos últimos anos houve um crescente no Brasil, devido a divulgação da própria mídia quanto os resultados positivos em relação ao ganho de saúde física e mental em seus praticantes. Hoje em dia as artes marciais entraram em um sistema desportivo e competitivo formando atletas de alto rendimento, dentre elas o Sanda, estilo de luta oriundo do Kung Fu. O treinamento das lutas envolve características que estão ligadas a um grande desgaste físico, devido a uma demanda aumentada de repetições das técnicas tradicionais, para que estas sejam executadas com o máximo de perfeição. Para isso o praticante deve ser submetido a diversas atividades que envolvem a força isométrica, explosiva e de reação, para melhor qualificar seu desempenho e a qualidade dos golpes. Diante disto este projeto tem como objetivo identificar qual as alterações na potência anaeróbica após a prática de Sanda, identificando os índices de potência máxima, potência média e índice de fadiga. A amostra foi composta por cinco indivíduos do sexo masculino, que praticam Sanda há mais de 18 meses, com frequência de três vezes por semana. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado o Resistence Anaerobic Sprint Test (RAST). Verificou-se que a potência máxima e média foi semelhante entre os atletas, onde todos apresentaram valores de potência classificados como fraco. Quanto ao índice de fadiga, os atletas apresentaram classificações diferentes, o que ressalta o nível de condicionamento aeróbico como fator determinante do desempenho durante a luta.

Publicado
2020-05-21