INTERVENÇÃO FISIOTERAPEUTICA EM PACIENTE COM CERVICALGIA

ESTUDO DE CASO

  • Martina Tereska Uniguaçu
Palavras-chave: Cervicalgia. Reabilitação. Fisioterapia. Dor. Ortopedia

Resumo

A cervicalgia é um termo que se refere às dores que atingem a região do pescoço, ombros e cabeça. Condição esta que costuma afastar boa parte das pessoas de suas atividades rotineiras, não representa uma doença em si e está relacionada, principalmente, à má postura, estresse e sedentarismo. A maioria dos casos de cervicalgia pode ser solucionada em poucos dias, com medidas simples, que incluem mobilização do pescoço e administração de analgésicos e anti-inflamatórios, que podem ser recomendados por um médico da área de ortopedia. Entretanto, existem situações em que a cervicalgia pode estar relacionada a algumas doenças, como a osteoartrite, caracterizada pelo desgaste nas articulações e a hérnia de disco, além de problemas na mandíbula e lesões causadas por acidentes. O diagnóstico diferencial é fundamental para tratar e prevenir o agravamento dessas condições, além de descartar outras possibilidades de lesões, na fisioterapia podem ser utilizadas técnicas como terapia manual, eletroterapia, liberação miofascial, mobilização neural, estabilização segmentar cervical, reeducação posturas e ensinar estratégias de ergonomia. O método de pesquisa empregado foi um estudo de caso de caráter quantitativo. O local de pesquisa foi no Centro Universitário Vale do Iguaçu – Uniguaçu. O objetivo deste estudo foi analisar os efeitos do tratamento fisioterapêutico em um paciente com cervicalgia. Resultados: Foi observado um aumento significativo na força muscular nos movimentos de rotação esquerda e direita e flexão da cervical, uma melhora na dor pela escala de EVA e aumento da amplitude de movimento nos movimentos de flexão e rotação direita e esquerda da região cervical. Considerações finais: A fisioterapia contribui de forma significativa na reabilitação, o fisioterapeuta atuará muito na parte muscular e funcional, através de recursos específicos, diminuir a rigidez, fortalecer a musculatura, aumentar o grau de mobilidade, evitar contraturas, contribuindo assim para que o paciente possa retornar as suas atividades de vida diária com o mínimo de limitação possível

Publicado
2020-12-14