Os benefícios da ginástica laboral na percepção dos funcionários:

um estudo na empresa SEPAC do município de Mallet –PR

  • Jéssica Chaiane Brem Marinhuk Uniguaçu
Palavras-chave: Ginástica Laboral. Educação Física. Benefícios

Resumo

Em meio ao intenso crescimento das indústrias e empresas, a ginástica laboral surge com o objetivo de proporcionar benefícios para ambas às partes: tanto para o negócio, quanto para os funcionários. Dessa forma, o presente estudo tem por finalidade descrever os benefícios da ginástica laboral na percepção dos funcionários da empresa, assim identificar os possíveis desconfortos proporcionados pelo trabalho e a participação dos trabalhadores nessa atividade. Para que os objetivos fossem atingidos, optou-se por uma pesquisa de campo, aplicada, exploratória e com análise quantitativa, tendo como instrumento de pesquisa um questionário com sete questões fechadas, o qual foi validado por três professores do colegiado de Educação Física da Uniguaçu. O estudo obteve autorização da SEPAC para a realização da pesquisa nas dependências da empresa; termo de consentimento livre e esclarecido para a amostra e a aprovação pelo Núcleo de Ética e Bioética – NEB da Uniguaçu. A população foi composta por trabalhadores da empresa SEPAC, localizada no município de Mallet – PR, tendo como amostra 42 pessoas de ambos os sexos do setor administrativo. Após realizar a coleta, foram analisados os dados de forma estatística descritiva e frequência utilizando apresentação de gráficos para uma melhor visualização. Buscando identificar a participação semanal dos funcionários na GL, observa-se que 47,6% (20) nunca participa, 21,4% (09) participa de uma a duas vezes por semana, 19% (08) pratica três vezes na semana e apenas 11,9% (05) se faz presente nos cinco dias semanais. Em relação às dores causadas pela repetição dos movimentos, 57,1% (24) dos funcionários sentem dores, já 42,9% (18) diz não sentir. Quando questionados sobre a GL proporcionar algum benefício, 95,2% (40) afirmou que a prática traz benefícios. Apenas 02 trabalhadores (4,8%) diz não haver nenhum proveito.

Publicado
2020-12-14