A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR E DOS JOGOS PSICOMOTORES NO DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA – TEA

  • Diego da Silva Instituto Rhema de Educação
Palavras-chave: Aluno. Professor. Autismo. Estratégia. Aprendizagem.

Resumo

RESUMO: A atual pesquisa visa apresentar a ludicidade e os jogos psicomotores como estratégia de ensino a ser utilizada pelo professor no desenvolvimento de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), uma ferramenta importante, quais as escolas passaram a adotar como metodologia para aprimorar a prática do professor e oferecer um ensino significativo de qualidade ao aluno. Pois o jogo além de ser uma atividade educativa para o autista é também terapêutica, capaz de ajudar a desenvolver as capacidades cognitiva, afetiva e motora. O referente artigo tem por objetivo analisar e relacionar a influência da brincadeira e dos jogos psicomotores sobre a vida e no desenvolvimento tanto educativo quanto cognitivo, afetivo e motor dos alunos que apresentam o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Realizou se a pesquisa bibliográfica onde as ideias fundamentadas dos autores, procuram enfatizar que embora o aluno autista venha apresentar movimentos repetitivos e tem comportamentos estereotipados que prejudicam a interação social é possível através de estímulos, da ludicidade, despertar o interesse do educando em relação à aprendizagem por meio de jogos psicomotores, uma ação que pode ser terapêutica e ameniza o sinal de alerta do autista. Conclui se que tanto o brincar quanto os jogos psicomotores são estratégias relevantes no processo do desenvolvimento de várias importantes para aquisição da aprendizagem, principalmente aquelas que o aluno autista tem mais dificuldade, a sensório motora. Os jogos psicomotores propiciam ao autista conhecer seu próprio corpo, para aprender a realizar tarefas cotidianas, rotineiras, conquistando assim a autonomia.

 Palavras–chave: Aluno. Professor. Autismo. Estratégia. Aprendizagem.

Publicado
2021-04-05